quarta-feira, 23 de setembro de 2015

MEC pretende incluir negros e índios na Pós-Graduação

Além do Mestrado e Doutorado, portaria pretende incluir estudantes em programa de mobilidade
Créditos: Marcelo Camargo/Agência BrasilPós-GraduaçãoPós-Graduação
Um grupo de trabalho, criado pelo Ministério da Educação, vai propor ações de inclusão de negros, pardos, indígenas e estudantes com deficiência em programas de Mestrado e Doutorado. A medida está em portaria publicada na edição desta terça-feira (15) do Diário Oficial da União.Além do Mestrado e Doutorado, a portaria pretende incluir esses estudantes em programa de mobilidade internacional. O grupo tem o prazo de quatro meses para concluir as atividades.O objetivo do MEC visa garantir o diálogo, a formulação, a implementação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas para a construção e a promoção da equidade de gênero. Além da divulgação de dados e indicadores, o comitê visa ao aperfeiçoamento de programas, projetos e iniciativas sobre o tema.O grupo será formado por representantes de secretarias do Ministério da Educação, pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República e organizações como o Fórum Nacional de Educação Inclusiva, a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros, a Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena, a Educafro e a Associação Nacional de Pós-Graduando.A coordenação será de responsabilidade da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação.

Fonte: Portal Brasil

4 comentários:

  1. Acho que não por meio de projetos para inclusão de negros, indígenas e pessoas com deficiência que vamos ter respeito e igualdade de direitos. Mas sim com implementação de uma educação de qualidade para todos , independente de raça ou condição social.

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  2. A iniciativa já está em curso em algumas localidades. O Rio de Janeiro destinou 12% para cotas étnicas e sociais, e a Universidade Federal de Goiás recentemente tornou-se a primeira instituição pública de ensino superior do país a aprovar as cotas de modo abrangente para toda a instituição. Serão ao menos 20% das vagas para negros e indígenas.

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  3. Acho que demorou esta possível sensibilidade por parte do ministerio da educação, porque independente de raça,cultura ou crença, todo individuo tem direito a igualdade e educação dentro da sua própria cultura.

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  4. Jevanaira,

    A política apresentada, como a colega Débora indica, já é realidade em alguns contextos educacionais. Ela se apresenta como uma política de ação afirmativa - um dos temas de nossas próximas aulas. Será bem interessante se puder relatar sua reportagem para a turma quando estivermos debatendo sobre este assunto.

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